[...]“é a minha decisão. . .”
Então passa, vá dia
Vá
Dia
Vá
embora
quero que fiques.
De pressa
Vá noite
Por favor
Me dêem mais uma dose
Mais uma – JURO – só mais uminha
["eu preciso!!! Eu preciso - me ajude a encontrar, cara - deve haver alguma ponta - eu preciso!!!!"]
Daquele melhor remédio
O tempo
Tem passado
De vagar – a relatividade do tédio.
Preciso da Mor…
A
Mor
fi
na
Oh, cade você?
Donde possa (des)afogar minhas mágoas
Oh, que regaço…
Deixe-me afogar
Até ficar sem
ar
re
gaço
me
No abraço alvo e frio-cortante
Finjo que é óleo sobre tela
[Para tingir de alegria, gozo, a tristeza]
Mas não…
É aquarela – corante
Artificial
Mas
Deixe-me…
Imbuir
E enxugar minhas lágrimas
Naquele (lindo, vasto-inebriante) negro véu
Como a noite
Como!
A que vier
E como…
Desesperad-a-mente
Cria meandros, Adorno(s), Kant(igas)
Porque “As palavras e as coisas”
Já não fazem [o mesmo] sentido (?)
Por quê!(?)
“As ilusões perdidas”
Para sempre
Oh!
“O [mesmo] Idiota” – da família
Para sempre
Comte – qualquer conjectura, refutações (porque tal verdade é Espinosa pra caralho!) – invente alguma mentira, Popper!
Mas me(n)tira – daqui!
Por favor
Para esquecer
Àquela,
A estrela!
Dentre tantas que há em meu céu
Jaz uma que tem o brilho mais bonito
Justamente aquela
A incandescência suprema!
Que não poderei alcançar.
Perdida, no meu céu – meu fel – (in)finito
Coração! – GelAaAAaaAaaAAado!!!!
Tá rindo do quê?
Pois não tem a menor graça!
aHUaHAHAaHUaHAHA