Chama
E
Cheia de vida
Foi
Decidida
Enquanto eu fiquei
Morrendo . . .
[Repleto]
De saudades
Chama que não se apagou completamente
Enquanto a foto…
Amarela!
A Lua, brilha, toda cheia de si
Os olhos
Tristes
Através da janela
Vêem o belo(?) horizonte
Sem ti
A saudade (des)vela
A vontade
Que chama
A lágrima e por sua vez (re)vela a dor.
E, nova-mente, que chama…
Ardente mesmo
Que queima
E outra vez, vela
Que iluminava o percurso
Apagou
De repente…
re-ve-la(?)
Chama o passado à tona
E ascende o quase apagado
Resfriado, mais exacto!
Há aspectos que não mudam
Não param de gritar na minha cabeça – não mudam…
Não mudam, de lugar – não silencia
Resvala
A mente – mente
Muitas vezes
Chama…
Que não se apaga (completamente)
Chama, que não se apagou
Completamente
Chama
Que reascende
Novamente
(me)Chama…
Coração Gelado
Tenho um coração. Sei que tenho um coração – eu sinto que tenho um coração… Um coração – gelado! AHUaHAHa
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Oi Topos!
Obrigada por sua visita no meu blog Tropicall! Gostei do seu poema, voce tem talento, parabens!
Saudade de voce!
Há aspectos que nunca mudam.
Há elementos que praticamente nos possui ou nos constitui – fragmentos decisivos de vivências que são peças elementares de nossa alma, de nossas concepções, de nossos modos.
Óh! estranhos retalhos de experiências que somos!
Elas de algum modo ficam aí, num presente-passado sendo nós também e ao mesmo tempo coisas não perto, contempladas pela Saudade.