Missa do Galo1
NUNCA PUDE entender a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu iria acordá-lo à meia-noite. A casa [...]
Arquivo da categoria ‘Contos’
Missa do Galo (conto) – Machado de Assis
Publicado em Contos, Cultura, Literatura, Literatura Brasileira, Machado de Assis em Novembro 6, 2008 | Deixar um comentário »
Machado de Assis – A PARASITA AZUL (conto)
Publicado em Brasil, Contos, Cultura, Literatura, Literatura Brasileira, Machado de Assis em Novembro 6, 2008 | Deixar um comentário »
A Parasita Azul, de Machado de Assis1
CAPÍTULO I
VOLTA AO BRASIL
Há cerca de dezesseis anos, desembarcaram no Rio de Janeiro, vindo da Europa, o Sr. Camilo
Seabra, goiano de nascimento, que ali fora estudar medicina e voltava agora com o diploma na
algibeira e umas saudade no coração. Voltava de uma ausência de oito anos, tendo visto e [...]
Pai Contra Mãe, de Machado de Assis
Publicado em Contos, Literatura, Literatura Brasileira, Machado de Assis em Novembro 6, 2008 | Deixar um comentário »
PAI CONTRA MÃE1
A ESCRAVIDÃO levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço, outro o ferro ao pé; havia também a máscara de folha-deflandres. A [...]
Dostoievski – Uma árvore de Natal e um casamento
Publicado em Contos, Cultura, Dostoiévski, Literatura, Literatura Russa em Novembro 5, 2008 | Deixar um comentário »
Uma árvore de Natal e um casamento (Conto)
Dostoievski
Um dia destes, vi um casamento… mas não, prefiro falar-vos de uma árvore de Natal. Achei o casamento bem bonito, mas a árvore de Natal me agradou mais. Nem sei como, olhando para o casamento, me lembrei da árvore. Eis como o caso se passou.
Há cerca de cinco [...]
Os melhores contos de Machado podem ser comparados aos melhores contos europeus
Publicado em Artigo, Contos, Cultura, Literatura, Machado de Assis em Novembro 5, 2008 | Deixar um comentário »
Domingo, 29 de Junho de 2008
”Seus contos estão entre os melhores”
Ubiratan Brasil
Meu primeiro contato com Machado de Assis se deu com os contos de Histórias da Meia-noite. O primeiro que li foi A Parasita Azul. Ainda bem que comecei pelos contos, aos doze ou treze anos é difícil, senão impossível, encarar um [...]
Machado de Assis – A Igreja do Diabo
Publicado em Contos, Cultura, Literatura, Machado de Assis em Novembro 3, 2008 | Deixar um comentário »
A Igreja do Diabo, de Machado de Assis
A IGREJA DO DIABO
Capítulo I
De uma idéia mirífica
Conta um velho manuscrito beneditino que o Diabo, em certo dia, teve a idéia de fundar uma igreja. Embora os seus lucros fossem contínuos e grandes, sentia-se humilhado com o papel avulso que exercia desde séculos, sem organização, sem regras, sem [...]
Você tem o direito de permanecer em silêncio (não se esqueçadisso, pelamor de Deus).
Publicado em (nem te) contos..., Contos, Día a día, Tragédias da Vida cotidiana / (nem te)Contos em Outubro 13, 2008 | 1 Comentário »
É engraçado como, muitas vezes, a pessoa tem a oportunidade de ficar em silêncio – mas mesmo assim se mete a falar algo – e se esquece do concelho do Depeche Mode: “enjoy the silence”, que seria algo como “aprecie” (ou para os jovens: curta) “o silêncio”. E, como se não bastasse, para dar um [...]
Cenas de dois adultérios
Publicado em (nem te) contos..., Amor, Contos, Cotidiano, Día a día, Moral, Tragédias da Vida cotidiana / (nem te)Contos em Outubro 13, 2008 | Deixar um comentário »
Olá querida!!! – dando um selinho na boca dela – Nossa, você demorou!
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É que fui ao banco – respondeu constrangida.
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Banco!? ué… pensei que você viria direto para cá, ademais, o banco não fecha as 16 horas?
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É que eu vi uma conta que vencia hoje. Oh, pra você ver como tivemos sorte: cheguei no banco poucos minutos antes de barrarem a etrada!!!
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Nossa… e bota sorte nisso. – falou coçando a cabeça. Então se aproximou dela, olhou em seus olhos, que por sua vez desviou o olhar, e a beijou com firmeza.
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Uau… está com um perfume difente. Está fraco mas dá para sentir.