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Arquivo da categoria ‘Día a día’

O desembarque

Desci
Na estação
Tudo está tão diferente…
NadA!
É como antes
Tudo
Sempre nunca é como antes – tudo muda, para que tudo continue como estava.
Os amigos, a família. Ex-namoradas
Tudo deixado para trás
Para sempre…
A despedia dói
Os amigos – tão queridos – a família…
Ex-namoradas – tão amadas e desejadas…
Todos!
Perdidos para sempre.
Para sempre…
Outra vida? Outro mudo? Outro plano?
Nada será como antes.
A dor [...]

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[...]“é a minha decisão. . .”
Então passa, vá dia

Dia

embora
quero que fiques.
De pressa
Vá noite
Por favor
Me dêem mais uma dose
Mais uma – JURO – só mais uminha
["eu preciso!!! Eu preciso - me ajude a encontrar, cara - deve haver alguma ponta - eu preciso!!!!"]
Daquele melhor remédio
O tempo
Tem passado
De vagar – a relatividade do tédio.
Preciso da Mor…
A
Mor
fi
na

Oh, cade [...]

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por J.R. Guzzo.

Maus cidadãos.

Lula disse que todo mundo deve ter o direito de fumar desde que não incomode os outros’. “O problema é que a proibição do fumo parece não bastar, para quem a defende. Cada vez mais, procura-se também a condenação dos fumantes".

 
[Sabe o que eu acho? Vou dizer, to [...]

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Domingo, 01 de Junho de 2008
 
Antígona em São Paulo: um diálogo entre duas tragédias .
 
À luz do teatro grego, caso Isabella evidencia lições sobre o mundo brasileiro; Juntamente com Freud, poderíamos pôr isso na conta de uma psicopatologia da vida cotidiana.

Leda Tenório da Motta.
  Na cordialidade brasileira, todo mundo é tio. É de [...]

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– Ao falar sobre essa garota, você me lembrou de uma que conheci sexta – no ponto, quando eu estava esperando o Vila.
– Nossa, esperar o Vila é foda – demora de mais!
– Mas meu, o Vila é muito bom – eu reclamo mas meu: várias surpresas. Saca só: tava eu esperando o Vila – [...]

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É engraçado como, muitas vezes, a pessoa tem a oportunidade de ficar em silêncio – mas mesmo assim se mete a falar algo – e se esquece do concelho do Depeche Mode: “enjoy the silence”, que seria algo como “aprecie” (ou para os jovens: curta) “o silêncio”. E, como se não bastasse, para dar um [...]

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Olá querida!!! – dando um selinho na boca dela – Nossa, você demorou!

*

É que fui ao banco – respondeu constrangida.
*

Banco!? ué… pensei que você viria direto para cá, ademais, o banco não fecha as 16 horas?
*

É que eu vi uma conta que vencia hoje. Oh, pra você ver como tivemos sorte: cheguei no banco poucos minutos antes de barrarem a etrada!!!
*

Nossa… e bota sorte nisso. – falou coçando a cabeça. Então se aproximou dela, olhou em seus olhos, que por sua vez desviou o olhar, e a beijou com firmeza.
*

Uau… está com um perfume difente. Está fraco mas dá para sentir.

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