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Archive for abril \30\UTC 2009

Texto das próximas aulas da Rachel – usaremos, em princípio, os capítulos 2 e 3 (se não me engano). Mas o arquivo é o livro completo 😉 HIhiHIHIH

Herbert Marcuse – Eros e Civilização – Clique e seja feliX

Prefere baixar direto? Fácil: clique no link (acima) com o botão direito do mouse, e ao abrir o menu clique em “salvar destino como” (ou algo parecido) e escolha o local 😉

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Para os colegas, parcos de intelecto (como eu…), os quais estão sentindo dificuldade em resenhar o livro do nosso caro (dai a) Cesar Ribas Cezar (o que é de Cesar) “Conhecimento Abstrativo em Duns Scoto”, há uma alternativa (parece uma piada mas não é): resenhar certo capítulo de um texto em inglês – bomzinhu o padre, não? AHUAHA. É… a caridade cristã…

Po,  não sei ler nem brasileiro, imagine americano!?

Ah, mas vá! é uma alternativa oras – que democrático, não?

E como sou um ser muito caridoso – “basta” baixar o arquivo. Está em formato PDF. Ah, você mnão tem Acrobat Reader? Bom, daí ferrou. Ah, quer saber?  não sou tão bomzinho assim – não colocarei o link para baixar o Acrobat.

Clique ali para baixar – Cambridge Companion to Duns Scotus

É para resenhar o artigo 6  (Duns Scotus on Natural Theology, ou para os leigos: Duns Scotos a respeito da Teologia Natural). Página 193

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Carta a Aedo

A Arte de Ser (uma Sombra)

Sua vida é uma singularidade – acerca-se de virtudes ascéticas e dela serve-se para fins particulares. Virtudes essas – que passam longe de serem verniz moral, ou meios para alcançar uma (confortável vida) pós-morte – são sim as consequências da (sua) filosofia, a qual subjuga os instintos, em prol da conquista do pensamento – do pensamento!

Assim, trajando um disfarce – humildade, pobreza, castidade – ele é, vem verdade, um Grande Vivente, e converte seu corpo num templo – visando uma causa: demasiadamente orgulhosa, rica, e sensual. Vive em função das causas e dos efeitos – tem como ponto de partida uma certa produção (produtividade), tal que passa longe da produção em massa, de reproduzir opressão, difundir o medo – e na contramão dos comuns, não parte da necessidade, muito menos vive em função dos meios e dos fins.

Daí (ad)vem a consequente solidão desse humano (demasiadamente humano), o qual por não encontrar (na)morada – acaba por  “não servir para nada”. Mesmo porque, seu único poder – o pensamento –  aos fins do Estado transcendente; não sendo, por conseguinte, seu alcoviteiro – torna-se inimigo iminente.

(sobre)Vivente, à deriva, sem eira nem beira; tramita (d)entre as esferas (sociais) sem nenhuma pertencer – sem lugar. Está hora aqui, hora acolá – ora, e agora, onde é que ele está?  Em Silentium – na madrugada –  a suplantar-se.

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> Texto (completamente, diga-se de passagem) baseado na introdução do livro Espinoza e os signos, de Deleuze.

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