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Archive for agosto \24\UTC 2012

Do que (nem mesmo) o tempo cura

Tudo perdeu-se – a cor

Haja esperança!!! ainda que tardia

Mesmo vã

Que tudo se passe no dia

De amanhã

E aco(r)de mais forte

Vá!

Num golpe de sorte

Porque alento não há

Contra tamanha dor

Dor pesada – dura – de doer

A indelével amargura

Contra a qual o tempo nada pode

Não cura

Somente flua

Apenas dura, tempo, o suficiente

Para que tiremos a incurável

Dolorida

Do centro de nossas vidas

Yurodiv Kremniya Dikiy

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