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Archive for the ‘Cultura’ Category

Ocaso medicamentoso

 

Doa a quem doar

Redivivo mais um dia bilioso.

 

Por Zeus, acuda-me do tédio!

Remédio!

Anseia não sentir-se oprimido?

Comprimido!
Conjecturar me refuta o futuro

Penso logo desisto, e agora?

E o porvir já não me atina

Calma, não apavora

Isso tudo tem cura, magina…:

Cloridrato de fluoxetina 😉

Eça é uma boa!!!!

 

Inibe a recaptação de serotonina

Alentando-a pela corrente sanguínea.

 

Ora, que melhora, depois da verotina

Porém, a libido já não se me tem.

Ah! Bupropiona funciona muito bem

Ai de mim! – o estômago que agora reclama

Omeoprazol para isso; é bacana!

Atópico

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O direito, o Estado, a norma1

O Direito e o Estado – as duas faces da mesma moeda: a norma.

Contato: victorf.p.moreira@gmail.com

O texto a seguir tem como objetivo sustentar que a coincidência entre Estado e Direito é dupla: tanto na forma, no sentido de estrutura/organização; quanto no conteúdo, no sentido de objetivo/finalidade. A ideia para o artigo surgiu durante a leitura de uma critica de Châtelet desferida a Hans Kelsen – em relação a isso, não tomamos qualquer posição, afinal, esta questão não é nosso objetivo2.

Na interpretação que Châtelet faz de Hans Kelsen, uma vez que a sociedade sugere que não se deve matar, o papel da norma jurídica3 não é a de enunciar a obrigação de não cometer tal ato. A função dela é, simplesmente, a de ordenar ao juiz que este inflija uma sanção ao criminoso. E do mesmo modo que ‘sanção não é distinta da obrigação’, ‘o Direito não é dissociado do Estado’, muito pelo contrário, neste sentido ele é o Direito.

A primeira coincidência, se dá no objetivo/função. Porque, por um lado, o Direito é ‘uma ordem que tem como função regulamentar o emprego da força nas relações entre os homens”, por outro lado, “uma só e mesma comunidade social não pode ser constituída por duas ordens diferentes”. Ou seja, de acordo com o raciocínio de Kelsen, no fundo, o Direito e o Estado possuem a mesa ordem. Assim, temos a coincidência entre o Estado e o Direito no que diz respeito ao conteúdo, função.

O fato do objeto da ciência do direito, como afirma Kelsen, ser as normas jurídicas – isso pressupõe que o Direito seja um sistema de normas. Nesse sentido, portanto, o Direito é uma pirâmide de normas. O Estado, por seu turno, é composto por uma série de graus jurídicos, isto é, a ordem estatal tambémtem uma estrutura piramidal. Temos aqui, então, a segunda coincidências entre o Estado e o Direito. Reforçando a ideia: com o objetivo de deixar claro as afirmações de que “O Estado não criou o Direito” e “[o Estado] não está submetido a ele”, cabe reproduzir a analogia que Kelsen faz entre questões da relação entre o Estado-Direito, Deus-mundo. Kelsen afirma que no fundo Deus é a “personificação da natureza concebida como um sistema de leis”.

Ou seja, ao equiparar Deus com o Estado, e o Direito com a Natureza (ou vice e versa), temos que tanto um quanto o outro é um sistema de leis, que visa regulamentar as forças (acontecimentos, interesses) – portanto, é como se houvesse duas faces de uma mesma moeda (mais…)

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Que projeto é este e do que estamos falando?

Falamos da PEC 99/2011 que “dispõe sobre a capacidade postulatória das Associações Religiosas para propor ação de inconstitucionalidade e ação declaratória de constitucionalidade de leis ou atos normativos, perante a Constituição Federal”.

Leia Mais neste link

Dizus Kraist!

Oh, Senhor: afaste de nós esse cáli-ce! não vos deixeis cair em tentação – e livrai-nos do mal – AMÉM! AHUauhaHaHAHA

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“O que mais chamou a atenção foi o quanto é pedido para que as crianças fiquem quietas e, ao mesmo tempo, o quanto elas conseguem se movimentar, e o quanto criam suas linhas de fuga”,

Clique aqui para ler a matéria completa, sobre as conclusões dessa tese de doutorado

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Os alunos do terceiro ano da Escola de Arte Dramática (EAD) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP – encenarão o espetáculo Tebas.

A peça é feita a partir de quatro diferentes tragédias gregas: Édipo Rei, Édipo em Colono, Sete contra Tebas e Antígona. Numa única sequência, o espetáculo mostra a trajetória desde Édipo, ainda rei, até a morte de sua filha Antígona, depois da guerra promovida pelos irmãos. As cenas são realizadas também no espaço externo ao teatro e usam várias linguagens artísticas.

Quando: de terça-feira a sábado, às 21 horas, e domingo, às 20 horas. De 7 a 19 de dezembro, o espetáculo Tebas, com direção de Luís Mármora.

Como chegar: Teatro Laboratório da ECA, Sala Alfredo Mesquita (Rua da Reitoria, 215, Cidade Universitária, São Paulo — travessa da Av. Professor Luciano Gualberto).

Preço: entrada franca, e a bilheteria abre uma hora antes do início do espetáculo

O espetáculo é recomendado para maiores de 12 anos e tem duração de 120 minutos.

Mais informações: (11) 3091-4376

créditos: Publicado em 29/novembro/2010 – Do USP Online – agenusp@usp.br

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Antes de mais nada, algumas dicas (porque eu sou bonzinho):

a) Mew… Faça uma lista com as prioridades:
os livros dos sonhos e/ou os mais caros. Tendo em vista a lista: agrupe os títulos por editora. Porque a Festa é organizada por editoras, daí basta dar a lista na mão do vendedor: “quero todos esses”.
Daí evita de ficar de um lado para o outro como barata tonta 😉

b) Dê preferência a dinheiro vivo, porque – geralmente – a rede das maquinas de cartão de crédito ficam ‘fora do ar’ por horas – devido a quantidade de gente comprando. Geralmente aceitam cheque!

c) Ah sim: preste muita atenção no estado do livro, porque mew… Acredite: não é à que toa os  livros estão ali – pela metade do preço.

Ou você pensa as pessoas são boazinhas, principalmente aquelas que dizem “eu te amo, de corpo e alma, e meu amor é puro”!? Pois pensou errado! Porque, depois de três anos e meio – tentando fazê-la feliz, inutilmente, porque ela não poderia ser feliz escondendo algo no coração; depois dela ter vivido todo este tempo movida pelo ciúme, que corroía o relacionamento; depois de tê-lo deixado semear e cultivar o amor num campo minado, onde havia uma bomba-relógio-atômica escondida: te acusando, julgando e condenado por crimes que você não cometeu: “você tem outra, há outra no seu coração, você não me ama” nhe, nhe, nhem, depois ela diz: “pois não é que tinha alguém no meu coração, há mais de sete anos ? – e agora estamos juntos, e a culpa é toda sua  – porque você que me afastou de ti [e nem metade da ‘culpa’ é dela, devido ao ciúme e a projeção do que ocorria com ela, né!? isso não… claro que nao, magina!]. E agora estou feliz, me sentindo leve e serena: passar bem”.

d) Por fim,  tente ir logo no primeiro dia, e o mais cedo que puder. Porque no dia 26 só terá o resto do resto!

A 12ª edição da Festa do livro da USP  será realizada nos dias 24, 25 e 26, das 9 às 21 horas, no saguão do prédio da Geografia e História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Todos os livros vendidos durante o evento terão, obrigatoriamente, desconto mínimo de 50% em relação ao preço de capa praticado pelos editores.

Organizada pela Editora da USP (Edusp), a Festa do Livro da USP é um evento gratuito e aberto ao público geral. O endereço do prédio da Geografia e História é Av. Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo.

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O Grupo de Astronomia Sputnik promoverá uma observação astronômica com telescópios em um evento aberto para todos!
Junto com a observação haverá palestras ao ar livre sobre tópicos básicos de astronomia.
Venha se maravilhar!
Data: 23/06/2010 (Quarta-feira);
Horário: das 19h às 22h;
Local: Praça do Relógio (USP – SP).
Contato:
sputnik.usp@gmail.com

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