Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Livros’ Category

Antes de mais nada, algumas dicas (porque eu sou bonzinho):

a) Mew… Faça uma lista com as prioridades:
os livros dos sonhos e/ou os mais caros. Tendo em vista a lista: agrupe os títulos por editora. Porque a Festa é organizada por editoras, daí basta dar a lista na mão do vendedor: “quero todos esses”.
Daí evita de ficar de um lado para o outro como barata tonta 😉

b) Dê preferência a dinheiro vivo, porque – geralmente – a rede das maquinas de cartão de crédito ficam ‘fora do ar’ por horas – devido a quantidade de gente comprando. Geralmente aceitam cheque!

c) Ah sim: preste muita atenção no estado do livro, porque mew… Acredite: não é à que toa os  livros estão ali – pela metade do preço.

Ou você pensa as pessoas são boazinhas, principalmente aquelas que dizem “eu te amo, de corpo e alma, e meu amor é puro”!? Pois pensou errado! Porque, depois de três anos e meio – tentando fazê-la feliz, inutilmente, porque ela não poderia ser feliz escondendo algo no coração; depois dela ter vivido todo este tempo movida pelo ciúme, que corroía o relacionamento; depois de tê-lo deixado semear e cultivar o amor num campo minado, onde havia uma bomba-relógio-atômica escondida: te acusando, julgando e condenado por crimes que você não cometeu: “você tem outra, há outra no seu coração, você não me ama” nhe, nhe, nhem, depois ela diz: “pois não é que tinha alguém no meu coração, há mais de sete anos ? – e agora estamos juntos, e a culpa é toda sua  – porque você que me afastou de ti [e nem metade da ‘culpa’ é dela, devido ao ciúme e a projeção do que ocorria com ela, né!? isso não… claro que nao, magina!]. E agora estou feliz, me sentindo leve e serena: passar bem”.

d) Por fim,  tente ir logo no primeiro dia, e o mais cedo que puder. Porque no dia 26 só terá o resto do resto!

A 12ª edição da Festa do livro da USP  será realizada nos dias 24, 25 e 26, das 9 às 21 horas, no saguão do prédio da Geografia e História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Todos os livros vendidos durante o evento terão, obrigatoriamente, desconto mínimo de 50% em relação ao preço de capa praticado pelos editores.

Organizada pela Editora da USP (Edusp), a Festa do Livro da USP é um evento gratuito e aberto ao público geral. O endereço do prédio da Geografia e História é Av. Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo.

Anúncios

Read Full Post »

Que bonzinho o Marcelo, não!? – vamos divulgar, claro!!

Eu pretendo ir – se Deus quiser… AHUaHUAHUAHa

Autor: Marcelo Araújo –

Portal SESC SP

Email marceloaraujo@sescsp.org.br

URL http://www.sescsp.org.br

Olá! Sabendo de seu interesse em literatura, o SESC São Paulo convida você para assistir ao vivo Boris Schnaiderman e sua experiência como tradutor do escritor russo Tolstói, em transmissão direta do SESC Pompeia.

O encontro, que acontece neste domingo [13/12] às 18h, tem leitura de trechos das obras A sonata a Kreutzer e Anna Karenina e video chat aberto para perguntas e discussão.

O link para assistir ao vivo é: http://www.tvaovivo.net/sescsp/tertulia

Em breve todas as transmissões do Tertúlia – Encontros Literários estarão disponíveis on demand pelo canal do SESC no Youtube: http://www.youtube.com/portalsescsp, mas por enquanto é possível assistir aos vídeos pela matéria na Revista Eonline http://bit.ly/1aBDwf.

Contamos com sua colaboração para divulgar em seu blog e também para quem você sabe que ficaria muito bravo se perdesse a oportunidade de interagir com o tradutor dos russos no Brasil.

Agradecemos desde já.

Atenciosamente, Marcelo Araújo Mídias Socias Portal SESC SP

Read Full Post »

11a Festa do Livro da USP – 2009

De facto: as livrarias fazem a festa! AHUaHAHa. Bom… Eu, tu, ele, nozes – e a Vozes – também (claro!)

Um dilema – e agora José!?: comprar livros ou ver a namorada!? Bom… Creio que sentirei saudades dela! AHUaHUAHUAha.  No ano passado a marvada me colocou contra a parede: Eu disse: “Minha Lindinha, haverá a Festa do Livro”. “Festa… do livro!? – sozinho!? – Tá pensando que tenho cara do que?” embirrou-se. “Não, amor, não é uma festa, festa, na verdade é uma Feira do Livro – só que aí não dará para eu viajar até aí…” – insisti.

Ela não pensou duas vezes: “Tá! tudo bem, queridinho, pode escolher: a festa ou eu!” – Bom… (huihuihuihui) acho que ela aprendeu a lição… Ah, vá! Será mais emocionante no próximo (re)encontro! Vixi… Só no mês que vem então!? Bom… Haja emoção. O que direi pra ela!? Que estou doente!? Que o novo professor de Políticas Educacionais pediu um trabalhinho muito difícil!? Bom… até lá penso em algo – só não vale dizer isso a ela 😉

Uma dica: meu… não sejais ingénuo – porque de cândidas, as livrarias não têm nada… : os livros não estão ali à toa; em geral, são os livros que restaram no estoque, aqueles que ficaram meses na prateleira sem ninguém os querer… às vezes com algum defeitinho básico, uma sujeirinha a mais – nada de muito grave, imagino… Porém: preste muita atenção no livro que estais a comprar.

Quando: 25-26-27/11 das 9h ás 21h.

Onde: Saguão do Prédio de Geografia e História da USP – FFLCH
Av. Prof. Lineu Prestes, 338 – Cidade Universitária – São Paulo / SP

Como chegar: Ah, quer saber!? To com preguiça – se vira, po! Já tá querendo de mais!

Read Full Post »

Segue três edições da nossa, querida, Crítica da Razão pura – em espanhol, inglês e português. – mas pera lá, (não tomais atitudes precitadas, irmão) não agradeça ainda: Ou seja: agora não há desculpa para não estudar ‘si ferro’ – pronto! agora pode agradecer, AHUAHA

AGRADEÇA, INFERNO! huhiuhui

 Houve críticas a essa obra… Um certo alemão (o qual na opinião de Schopenhauer [vai, tenta adivinhar que é] um) “grosseiro e nojento charlatão […] homem pernicioso que desorganizou e corrompeu completamente as inteligências de  toda uma geração”, vulgo Hegel [e aí, acertou!? ah, essa foi fácil, vai] tirou o maior sarro do nosso querido “chinês de Königsberg” dizendo que a Crítica da Razão pura é como querer nadar sem entrar n’água. Outro alemão, meu amigo de longa data, o auto intitulado “homem-dinamite”, vulgo Nietzsche (não! não é a onomatopéia de um espirro, é um nome mesmo…), bradou que a intenção do “raposa velha” com CRP de fazer com que a razão seja – ré e juíza – ao mesmo tempo é lá um tanto quanto estranha…

Bom… mas eles são alemães, eles que se entendam! Nós, que s0mos brasileiros (querendo ou não, pode chorar) podemos aproveitar as, digamos assim, disputas filosóficas para esquecermos das tragédias sociais-políticas-educacionais do nosso grandioso país (vide senado); bem como para dar uma de pseudo-intelectual e impressionar ‘as mina’! AHUAhAha

Há quem entre num curso universitário de filosofia para encontrar uma filosofia de vida; outro para ‘encontrar respostas’ (sabe lá Deus a respeito do quê); outros com objetivo de reforçar a fé – essa é boa! Como conseguem!?

E eu!? qual é meu objetivo com o curso!? Ah… Dar risada, claro! Aristófanes, Schopenhauer e Nietzsche – respectivamente, são os mais divertidos: não entendo nada, mas a diversão é garantida 😉

 Kant-Critica_de_la_razon_pura(ManuelGarciaMorente.trad)

Kant-Critique_of_Pure_Reason-Norman_Kemp_Smith_MacMillan_1929

Kant-Crítica_da_Razao_Pura(CalousteGulbenkian)

E não vos esqueçais, jamais – mãozinhas pra cima, todo mundo, comigo: “Comte, um, dois, três – Kant comigo outra vez!!”

Read Full Post »

[…] Lida de um astro distante, a escrita maiúscula de nossa existência terrestre levaria talvez à conclusão de que a terra é a estrela ascética por excelência, um canto de criaturas descontentes, arrogantes e repulsivas, que jamais se livram de um profundo desgosto de si, da terra, de toda a vida, e que a si mesmas infligem o máximo de dor possível, por prazer em infligir dor – provavelmente o seu único prazer. […] – Genealogia da moral. Parte III, seção 11

***************************************************************************************************************************

Genealogia da moral. Parte III, seção 12:

Supondo que essa vontade encarnada de contradição e anti natureza seja levada a filosofar, onde descarregará seu arbítrio mais íntimo? Naquilo que é experimentado do modo mais seguro como verdadeiro, como real: buscará o erro precisamente ali onde o autêntico instinto de vida situa incondicionalmente a verdade. Fará, por exemplo, como os ascetas da filosofia vedanta, rebaixando a corporalidade a uma ilusão, assim como a dor, a multiplicidade, toda a oposição conceitual de “sujeito” e “objeto” – erros, nada senão erros! Recusar a crença em seu Eu, negar a si mesmo sua “realidade” – que triunfo! – não mais apenas sobre os sentidos, sobre a evidência, mas uma espécie bem mais elevada de triunfo, uma violentação e uma crueldade contra a razão: volúpia que atinge seu cume quanto o auto-desprezo, o auto-escárnio ascético da razão decreta: “existe um reino da verdade e do ser, mas precisamente a razão é excluída dele!…”. (Dito de passagem: mesmo no conceito kantiano de “caráter inteligível das coisas” resta ainda algo desta lasciva desarmonia de ascetas, que adora voltar a razão contra a razão: pois “caráter inteligível” significa, em Kant, um modo de constituição das coisas, do qual o intelecto compreende apenas que é, para o intelecto, absolutamente incompreensível.) – Devemos afinal, como homens do conhecimento, ser gratos a tais resolutas inversões das perspectivas e valorações costumeiras, com que o espírito, de modo aparentemente sacrílego e inútil, enfureceu-se consigo mesmo por tanto tempo: ver assim diferente, quer rever assim diferente, é uma grande disciplina e preparação do intelecto para a sua futura “objetividade” – a qual não é entendida como “observação desinteressada” (um absurdo sem sentido), mas como a faculdade de ter seu pró e seu contra sob controle e deles poder dispor: de modo a saber utilizar em prol do conhecimento a diversidade de perspectivas e interpretações afetivas.

De agora em diante, senhores filósofos, guardemo-nos bem contra a antiga, perigosa fábula conceitual que estabelece um “puro sujeito do conhecimento, isento de vontade, alheio à dor e ao tempo”, guardemo-nos dos tentáculos de conceitos contraditórios como “razão pura”, “espiritualidade absoluta”, “conhecimento em si”; – tudo isso pede que se imagine um olho que não pode absolutamente ser imaginado, um olho voltado para nenhuma direção, no qual as forças ativas e interpretativas, as que fazem com que ver seja ver-algo, devem estar imobilizadas, ausentes; exige-se do olho, portanto, algo absurdo e sem sentido. Existe apenas uma visão perspectiva, apenas um “conhecer” perspectivo; e quanto mais afetos permitirmos falar sobre uma coisa, quanto mais olhos, diferentes olhos, soubermos utilizar para essa coisa, tanto mais completo será nosso “conceito”18 dela, nossa “objetividade”. Mas eliminar a vontade inteiramente, suspender os afetos todos sem exceção, supondo que o conseguíssemos: como? – não seria castrar o intelecto?…

Read Full Post »

Texto das próximas aulas da Rachel – usaremos, em princípio, os capítulos 2 e 3 (se não me engano). Mas o arquivo é o livro completo 😉 HIhiHIHIH

Herbert Marcuse – Eros e Civilização – Clique e seja feliX

Prefere baixar direto? Fácil: clique no link (acima) com o botão direito do mouse, e ao abrir o menu clique em “salvar destino como” (ou algo parecido) e escolha o local 😉

Read Full Post »

Carta a Aedo

A Arte de Ser (uma Sombra)

Sua vida é uma singularidade – acerca-se de virtudes ascéticas e dela serve-se para fins particulares. Virtudes essas – que passam longe de serem verniz moral, ou meios para alcançar uma (confortável vida) pós-morte – são sim as consequências da (sua) filosofia, a qual subjuga os instintos, em prol da conquista do pensamento – do pensamento!

Assim, trajando um disfarce – humildade, pobreza, castidade – ele é, vem verdade, um Grande Vivente, e converte seu corpo num templo – visando uma causa: demasiadamente orgulhosa, rica, e sensual. Vive em função das causas e dos efeitos – tem como ponto de partida uma certa produção (produtividade), tal que passa longe da produção em massa, de reproduzir opressão, difundir o medo – e na contramão dos comuns, não parte da necessidade, muito menos vive em função dos meios e dos fins.

Daí (ad)vem a consequente solidão desse humano (demasiadamente humano), o qual por não encontrar (na)morada – acaba por  “não servir para nada”. Mesmo porque, seu único poder – o pensamento –  aos fins do Estado transcendente; não sendo, por conseguinte, seu alcoviteiro – torna-se inimigo iminente.

(sobre)Vivente, à deriva, sem eira nem beira; tramita (d)entre as esferas (sociais) sem nenhuma pertencer – sem lugar. Está hora aqui, hora acolá – ora, e agora, onde é que ele está?  Em Silentium – na madrugada –  a suplantar-se.

<!– @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } –>

> Texto (completamente, diga-se de passagem) baseado na introdução do livro Espinoza e os signos, de Deleuze.

Read Full Post »

Older Posts »